ALO AMIGOS DO FACEBOOK!

Estamos comvidando os amigos do facebook para Que entrem no nosso  Blog e deixem sua opinião sobre o meu trabalho realizado sobre o Bairro da Bela Vista….conto com a visita dos amigos   até lá……..

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ALO AMIGOS DO FACEBOOK!

Olá, caros amigos que me acompanham no Facebook! Agora estou fazendo uma nova empreitada… estou produzindo um blog e gostaria de tê-los me acompanhando por lá também! Meu endereço do blog é gianreportnetwork.wordpress.com!. Aguado vocês por lá…..

HISTÓRIA DO BAIRRO DO BIXIGA.

EM PRIMEIRO PLANO, CARROÇAS DE BOI. NO FUNDO À DIREITA, LADEIRA DO PIQUES (ATUAL RUA QUIRINO DE ANDRADE) E AO FUNDO, POUSO DE TROPEIROS OU ESTALAGEM. TODA ESSA ÁREA HOJE PERTENCE A PRAÇA DA BANDEIRA. ANTIGAMENTE CHAMAVA-SE LARGO DO BEXIGA OU PIQUES. NESTE LARGO FAZIA-SE LEILÕES DE ESCRAVOS E FEIRA DE MERCADORIAS.

Foto de 1864, Bexiga antigo. Em primeiro plano, carroças de boi, no fundo à direita, Ladeira do Piques (atual rua Quirino de Andrade) e ao fundo, pouso de tropeiros ou estalagem. A maior parte dessa área hoje pertence à Praça da Bandeira. Antigamente chamava-se largo do Bexiga ou Piques. Neste largo faziam-se leilões de escravos e feira de mercadorias.

O Largo do Bexiga, junto com Largo do Piques, foi o ponto inicial do bairro e praticamente ambos formavam o antigo bairro do Bexiga.
O Largo do Piques era o ponto de convergência de tropas de mulas, enquanto que, do outro lado do vale do Anhangabaú, o Largo do Bexiga era o ponto de convergência de carros de boi vindos de Santo Amaro carregados de madeira e pedra para construçao.

Para isso, ele contava com suas invernadas muito boas, sempre alimentadas pelas águas do misterioso riacho Saracura. Nos anúncios dos almanaques Seckler (nos anos de 1885 a 1888) ainda se encontravam várias indicações que refletem essa função do Piques: uma espécie de boca da cidade voltada para o sertão, com seu chafariz, as suas pontes, os seus riachos, as suas hospedarias, as suas invernadas e os seus ferradores.
Em 1865, algumas alterações foram feitas nas denominações de largos e ruas de São Paulo. E o Largo do Bexiga recebeu um novo nome: Largo do Riachuelo, em homenagem à batalha do mesmo nome.

No largo do Bexiga, se encontrava a estalagem de Antônio Bexiga.
A essa estalagem se refere Saint-Hilaire, quando de sua passagem por São Paulo, em 1.819, dizendo que alguém lhe indicou a hospedaria de um tal Bexiga, que possuía, dentro da cidade, vastas pastagens. Conta também que havia muitas jabuticabeiras e laranjeiras plantadas simetricamente dentro de cercados.
Segundo dados históricos conhecidos, a residência do chacareiro e estalajadeiro Antonio Bexiga, localizava-se no início da hoje Rua Santo Antônio e no início da Rua Santo Amaro, tendo do lado Leste, o Riacho Itororó (Av. 23 de Maio) e do lado Oeste, o riacho Saracura (Av. nove de Julho) e à frente o Rio Anhangabaú.

E era também nesse mesmo local, onde se erguia um vasto rancho, que servia de pousada aos que vinham das bandas de Sorocaba a fim de vender, aqui, seus animais, preferindo expô-los no Largo do Piques, onde se realizava, em dias certos, uma espécie de feira livre.

E, de acordo com João B. C. Aguirra, o início da Rua Santo Antonio constituíra, no passado, o pátio existente junto ao rancho, onde eram presos os animais, ficando em torno deste os quartinhos dos hóspedes.
Diante do rancho havia uma área limpa, na qual se prendiam, em estacas, os animais cujos donos ali apeavam para vender ou comprar coisas.

Num dos lados do Largo, na parte onde o terreno se apresentava mais plano e seco, estendia-se uma fileira de quartinhos, que eram alugados aos viajantes.
Antônio Bexiga também era dono da chácara do Bexiga, por volta de 1.820, e cumpria com dedicação suas atividades de chacareiro, mas com pouco profissionalismo, mesmo para a época, a função de hoteleiro ou estalajadeiro.

De acordo com Saint-Hilaire, o pátio “era um lugar cheio de lama, uma buraqueira danada”. Todos os quartinhos tinham portas para o terreiro: eram úmidos e de uma imundice repugnante”, sem forro e sem janelas e tão estreitos que mesmo com a bagagem toda empilhada restava pouco espaço para o viajante e seus companheiros se mexerem.

Sabe-se que o antigo bairro do Bexiga passou a ser assim denominado em 1.792 ou um pouco antes.
Em 1865, algumas alterações foram feitas nas denominações de largos e ruas de São Paulo. E o Largo do Bexiga recebeu um novo nome: Largo do Riachuelo, em homenagem à batalha do mesmo nome.

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O BAIRRO DA BELA VISTA TAMBÉM TEM SUA IGREJA: A IGREJA DA ACHIROPITA!

Após a construção da atual igreja toda a estrutura anterior desapareceu, nem mesmo existe uma área subterrânea com alicerces da anterior. A Igreja De Nossa Senhora Achiropita foi determinante para o estabelecimento da cultura italiana. Um exemplo é que mesmo a imagem de Nossa Senhora possui brinco, característica das mulheres calabresas independente de classe social.

A Festa de Nossa Senhora Achiropita, é realizada todos os anos durante os fins de semana de agosto. Comemorada desde 1926, originalmente por imigrantes italianos da região da Calábria, é hoje uma das festas mais tradicionais da capital paulistana. O evento conta com o trabalho de cerca de 900 funcionários, e toda a renda é revertida para obras sociais da paróquia. Segundo a organização, são consumidas onze toneladas de macarrão, cinco toneladas demozarela e dez mil litros de vinho, entres outros produtos, para um público estimado em duzentas mil pessoas nos cinco fins de semana da festa. Entre outras curiosidades do evento, destacam-se a equipe das focaccias, com 130 pessoas, responsável por uma incrível produção de dez mil unidades por noite, e a procissão em louvor a Nossa Senhora pelo bairro, em que é confeccionado o tapete artístico de serragem na Rua São Vicente.

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O BAIRRO DA BELA VISTA E SUAS ATRAÇÕES E MONUMENTOS

O Bixiga é entendido como um dos mais tradicionais bairros da cidade de São Paulo, embora na divisão administrativa da cidade, ele não exista oficialmente como tal. Corresponde aproximadamente à região localizada entre as ruas Major Diogo, Avenida Nove de Julho, Rua Sílvia e Avenida Brigadeiro Luís Antônio, no distrito da Bela Vista, embora sua delimitação possa ser motivo de polêmica dependendo da fonte.

Formado por imigrantes italianos, ganhou importância histórica e turística na capital paulista. A tradição e a religiosidade italianas, que são fortemente mantidas e as inúmeras cantinas existentes no bairro são grandes atrativos turísticos no bairro.

  -É um dos mais antigos de São Paulo, fica na rua conselheiro carão nº 416! – Angelo Luisi, dono do  restaurante Capuano.

O Capuano é o restaurante mais antigo da cidade em funcionamento contínuo e fica a menos de 500 metros da feira de antiguidades. A cantina C…Que Sabe! Se localiza na Rua Rui Barbosa nº 324 é outra opção interessante: no ambiente acolhedor, famílias se reúnem para provar pratos típicos ao som de um trio musical, que passa de mesa em mesa apresentando canções da terra natal, como a Tarantela. Garçons derrubam as bandejas, causando um grande alvoroço genuinamente italiano, para completar.

Abaixo, as fotos do restaurante C…Que Sabe! e de Angelo Luisi em seu restaurante Capuano.

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